No MyFunCity o voto é direto

Escolha o Estado e a cidade que você quer avaliar. Selecione o tema – vida pessoal, barulho, transporte, vias públicas, prefeitura, câmara, limpeza, custo de vida, saúde, educação, lazer e segurança – ou vote em todos eles. É só clicar na carinha que representa a sua opinião – ótimo, bom, moderado, ruim e péssimo.

Ao compartilhar a matéria, seus amigos também terão acesso ao aplicativo e poderão votar na hora. O efeito multiplicador é instantâneo: em pouquíssimo tempo você, seu grupo de amigos, seu coletivo, movimento, família, colegas de faculdade etc serão vozes cada vez mais fortes para decidir as mudanças e o destino de sua cidade. Experimente. Vote agora! Vote aqui!


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ONU critica política prisional do Brasil

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Ao avaliar os recentes episódios de violência em centros prisionais de vários estados brasileiros, o representante para a América do Sul do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (Acnudh), Amerigo Incalcaterra, disse ontem que o País precisa rever a sua política criminal baseada “no uso excessivo da privação de liberdade como punição a crimes”.
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MFC TV Especial fim de semana

O MFC TV está no ar há 10 dias. Já discutimos Planos de Saúde, SUS, Mobilidade, Transporte Público, Barulho, Empresas Privadas que Prestam Serviços Públicos e muito mais. Neste fim de semana editamos e juntamos todos os programas para que você possa assisti-los com mais tempo. Gostou? Dê sua opinião e deixe seu voto. Não gostou? Dê sua opinião e deixe seu voto do mesmo jeito. Nós queremos te ouvir. Vamos nessa?


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Em SP, centros esportivos municipais funcionam de madrugada aos finais de semana

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O “Revirando a Virada” é um programa da Secretaria de Esportes, Lazer e Recreação que busca incentivar a prática de esportes em horários alternativos na cidade. Os locais oferecem as atividades a partir de sábado às 18h até domingo às 8h. Até o final de 2016, serão 32 pontos na cidade, um na região de cada subprefeitura de São Paulo. Continue lendo

Um banco de dados para a mobilidade urbana

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A expansão e democratização da internet e das tecnologias digitais trouxeram a crescente demanda por transparência e acesso aos dados da esfera pública. Em se tratando de mobilidade urbana, conhecer os indicadores e números com que lidamos é fundamental para saber o que reivindicar. No Brasil, a Política Nacional de Mobilidade Urbana estabeleceu como atribuição da União organizar e disponibilizar informações sobre a mobilidade e com esse objetivo foi criado o SIMU – Sistema de Informações em Mobilidade Urbana.

A nova ferramenta é pioneira no país e pretende manter uma rede nacional de coleta e disponibilização de dados, oferecendo um verdadeiro “raio-x” da mobilidade urbana brasileira. Quando finalizado, o sistema será aberto para consulta pública em uma plataforma online, mas antes disso faz-se necessária uma intensa coleta de informações nas cidades – dados sobre infraestrutura, acessibilidade, custos, tarifas, instrumentos de gestão, entre vários outros indicadores, como você verá mais adiante. Continue lendo

Mães que lutam

Os abusos e a violência institucionalizada não vêm de hoje. Ao contrário: estão no dia a dia de parte da população, que mal tem tempo de contar seus mortos e desaparecidos.  A dor de muitas famílias é constante. O silêncio – da mídia, das autoridades e de representantes do poder público – também. A dor da gente não sai no jornal, como disse uma vez Chico Buarque.

Mas quem consegue calar uma mãe em luto? Detroçadas pelo sofrimento, aquelas que perderam seus filhos se organizam. Querem justiça. Querem mudanças. Querem ser ouvidas. Querem o fim da violência policial. Entre as precursoras desse grito de basta está Débora Maria da Silva, uma das fundadoras e coordenadoras do movimento Mães de Maio. Débora perdeu seu filho, Edson Rogério da Silva Santos, em maio de 2006, morto pela polícia. “A bala que acertou o coração do meu filho, atingiu o meu também. Mas não acertou meu cérebro e a vontade de lutar”, afirmou em seu discurso de premiação. Continue lendo

Diferenças claras como água

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Melhor seria ninguém ter de economizar água. Certo seria os administradores públicos (estaduais, no caso) administrarem a distribuição com planejamento e tempo suficientes para que nenhum cidadão pagasse por erros alheios. Mas, fazer o quê? Em São Paulo, como dizem “a Inês é morta”. E a água também. E os moradores foram convidados a economizar este líquido precioso.

O resultado é, no mínimo, curioso. Um levantamento divulgado nesta quinta-feira (28) pela Sabesp revela que os bairros da periferia da capital são os que mais estão se esforçando para economizar água, enquanto as regiões de maior poder aquisitivo são as que mais gastam. Continue lendo