De quando a luz vira barulho

Reclamar da Eletropaulo por falta de luz em São Paulo está entre as mais frequentes queixas dos consumidores. Mas, agora, a reclamação é por causa de barulho produzido por um alarme instalado pela Eletropaulo na subestação da rua Artur Napoleão, no Jardim da Glória, zona Sul de São Paulo.

O barulho é uma das reclamações mais repetidas pelos internautas que visitam o aplicativo MFC-MyFunCity. Cerca de metade deles aponta sua insatisfação com o barulho. Você também pode dar sua opinião sobre este e os demais problemas da cidade aqui. Continue lendo

Cidadania e consumo em pequenos passos

Compras

A transformação em nossa forma de consumir virá por meio de atitudes simples e cotidianas, amparadas no nosso senso de ética e justiça. Portanto, antes de sair para a próxima compra, pense nestes pequenos passos:

Por Beth Caló

Ética no consumo. Em nossa atividades cotidianas, geralmente atuamos de acordo com nossa ética: valorizamos o que nos parece “do bem” e rejeitamos o mal. Quando consumimos, no entanto, às vezes tomamos decisões que se apresentam como mais fáceis, baratas, acessíveis, da moda etc. Tentar desfazer esse divórcio que existe entre nosso comportamento como cidadãos e como consumidores é, portanto, nosso primeiro desafio.

Conexões. O consumidor consciente procura não se deixar manipular. Avalia a publicidade deste ou daquele produto, os interesses que estão em jogo, a forma como é produzido e o perfil da empresa que o fabrica.

Coerência. Se não gostamos de injustiça social, degradação do meio-ambiente, corrupção etc devemos levar em conta esses valores no ato da nossa compra, para que não sejamos contraditórios em relação aos nossos valores sociais. Continue lendo

Educação tem nota baixa

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A educação no Brasil vai mal. Pelo menos é para essa direção que apontam os comentários deixados no nosso aplicativo.  Entre os dias 1º de abril até hoje 17, usuários do MFC registraram suas queixas sobre o funcionamento do ensino público oferecido em suas cidades e bairros. “A educação em São Paulo anda muito precária, as estatísticas mostram números falsos e vamos seguindo com isso como se fosse um avanço, professores fingem que ensinam e os alunos fingem que aprendem”, reclama internauta.

Entre os que avaliaram o tema, mais de 50% consideram-no péssimo ou ruim, e menos de 3% percebem a educação como ótima.  As reclamações são  muitas. Vão desde falta de escolas até o despreparo dos professores “A qualidade no ensino da região tem se deteriorado a cada ano. Os  professores são desmotivados e os  alunos são analfabetos funcionais. O ensino em tempo integral, com salários melhores para os professores,  poderão melhorar o atual cenário”,  sugere outro morador da cidade. Continue lendo

Perigo na calçada da Teodoro Sampaio

Rua Teodoro Sampaio, 1121 - Pinheiros, São Paulo

Rua Teodoro Sampaio, 1121 – Pinheiros, São Paulo

A foto acima enviada ao site por um internauta, através do aplicativo MFC-MyFunCity, mostra que a falta de atenção com as calçadas e vias públicas de São Paulo não se restringem à periferia, como já mostramos.

O deslocamento do tampão do bueiro da Rua Teodoro Sampaio, altura do 1100, retratado ontem no bairro de Pinheiros, justificou a nota péssima do internauta para a categoria de gestão das vias públicas do aplicativo. Neste site ou através de seu smartphone, você também pode votar e manifestar sua opinião sobre este tema ou outros temas clicando no MyFunCity. Continue lendo

Empresas, tempestades e a lógica do bem

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Muitos empresários mudaram. Não por amor aos passarinhos, baleias ou árvores e sim para garantir sua sobrevivência e competitividade no mercado. Falta de transparência, corrupção e descaso com a sustentabilidade deixaram de ser um bom negócio.

Por Beth Caló

As informações não param de chegar e vêm de todos os lugares do mundo – da China, do Pólo Norte, Antártida, Hollywood, Índia, Tailândia, Floresta Amazônica, Estados Unidos, Alemanha e de outros lugares deste planeta que mal conhecíamos. Os porta-vozes são vários – representantes de Organizações Não Governamentais, estadistas, cientistas – mas os cenários, na maioria das vezes, não são animadores. Ondas gigantes invadindo praias, furacões arrasando cidades, florestas pegando fogo, ventos arrancando casas do chão, animais morrendo de fome, gelo transformando-se em água, tempestades violentas acompanhadas por um número de raios jamais visto… Tudo tão assustador que parece descrição de profetas e pregadores do apocalipse. Quem recebe tais notícias, reage como pode. É a vontade divina, resumem alguns. É o fim dos tempos, entendem outros. A natureza enlouqueceu, arriscam muitos. Vale tudo para tentar compreender esses fenômenos que, ainda  por cima, são explicados por meio de expressões, conceitos ou palavras até há algum tempo pouco conhecidos: dióxido de carbono, gases do efeito estufa, erosão,  aquecimento global, combustíveis fósseis, biodiversidade, ecossistema, lençóis freáticos e por aí afora.

Pior mesmo é tentar entender por que tudo isso se entrelaça e tem uma mesma causa: o degelo no Pólo Norte tem a ver com os furacões no sul dos Estados Unidos, que tem relação com a seca do Rio Amazonas, que está relacionada ao aumento de temperatura na Terra, que eleva o nível dos oceanos, que por sua vez está ligado ao desaparecimento de várias espécies, que também é uma das razões que obrigaram as indústrias a repensarem seus modos de produção. E que tudo isso afeta a Bolsa de Valores. E afeta também a nossa vida, a dos nossos filhos e a de todos os habitantes deste planeta.  Difícil?  Parece. Mesmo assim, entender esses problemas como efeito de uma mesma causa é fundamental para que possamos resolvê-los. Você se lembra daquele passatempo que a gente adorava quando era criança e que consistia em ligar, em linha reta e pela ordem numérica, vários pontos  espalhados  num espaço de papel? E que ao final dessas ligações sempre surgia uma imagem – de um bicho, de um personagem etc — clara e nada confusa? Pois muito bem. É mais ou menos isso que temos de fazer agora em relação às toneladas de informação. Entender a ligação que há entre elas, contextualizá-las e descobrir qual é a imagem que elas estão tentando nos mostrar. Continue lendo

Como estou dirigindo?

Todos os utilitários que circulam na Capital com placas vermelhas deveriam exibir o cartaz com a pergunta “Como estou dirigindo?” e o nome da empresa proprietária do veículo. A sugestão de lei é de um internauta que, na manhã desta quinta-feira, registrou sua insatisfação com a ação dos vereadores de São Paulo no portal MFC-MyFunCity. Você também pode dar sua opinião sobre a ação dos vereadores de São Paulo ou sobre outros temas de gestão pública acessando  MFC.

Segundo o internauta, diante das “barbaridades” que vê diariamente no trânsito, “creio que uma maneira de diminuir a loucura dessas ruas seria obrigar todos os carros utilitários com placas vermelhas a terem adesivo com a frase ‘como estou dirigindo?’ e o fone da empresa proprietária do veículo”. No Portal da Prefeitura de São Paulo, o leitor pode encontrar a regulamentação sobre o uso da placa vermelha que deve atender veículos e motoristas que trabalham com cargas fretadas. Continue lendo

Cidadão reivindica Unidade Móvel na Praça da Sé

A Praça da Sé, em São Paulo, merece uma unidade móvel da PM, reivindica um cidadão paulistano que classifica como ruim, no portal MFC-MyFunCity, a política de segurança pública na Capital.  Você também pode dar sua opinião sobre o assunto acessando o MFC “Acho que alguém cuidando do espaço público gera a ideia de segurança”, afirma o internauta. A partir desta preocupação ele acredita que a praça da Sé merece uma unidade móvel da PM (caminhão), com monitoramento de câmeras de segurança.  ”Ver isso funcionando seria bem mais impactante do que esses guardinhas andando para um lado e para o outro”, sustenta ele em seu comentário postado na manhã de hoje. Segundo as opiniões coletadas pelo aplicativo MFC, em São Paulo 69% dos internautas classificam as políticas de segurança como ruins ou péssimas, enquanto apenas 11% da amostra as entendem como ótimas ou boas. (CH)

Saúde brasileira na sala de emergência

BatimentoCardiacoUsuários do MyFunCity não estão contentes com a assistência médica que recebem

Por Paulo Roberto Scalabrin

O nível de insatisfação com a área de Saúde no Brasil continua grande. É o que mostram vários institutos de pesquisa e também a tendência registrada pelos usuários do aplicativo MyFunCity: 62,82% dos internautas – que avaliaram o tema no período entre 2 e 14 de abril –  esperam melhoras. Em meio ao turbilhão de críticas negativas, um elogio surpreende. “Na UBS Vila Romana, o atendimento é de primeira linha. Muito melhor que os dois últimos hospitais particulares que passamos para atender a suspeita de dengue”, enaltece um paulistano.

Infelizmente o app mostra que esta é uma exceção e não representa a opinião dos moradores de São Paulo. “O hospital Grajaú deveria cobrir quase a zona Sul inteira. Mas é impossível marcar consulta nos postos de atendimento”, reclama um usuário do Jardim Satélite. Em Guarulhos, o Hospital Geral também foi alvo de crítica dos internautas: “O local é gerido de forma displicente. São notórios os casos de falta de médicos”, queixa-se um deles. Continue lendo

E durma-se com um barulho desses…

vista Elevado Minhocão, SP

Vista Elevado Minhocão, SP – Foto: Fernanda Coronado

Moradores querem ser ouvidos: excesso de ruídos incomoda e faz mal à saúde

Por Beth Caló e Flaviane Fernandes

A poluição sonora mexe com o sono – e a paciência – dos moradores de grandes cidades. Helicópteros, aviões, buzinas, sirenes, alarmes, baile funk, balada, britadeiras, bares… Cada região tem seu ruído característico. Mas, não importa o tom, o ritmo, o compasso, harmonia, acordes perfeitos ou dissonantes. Esse tipo de  sinfonia não agrada os ouvidos de brasileiros e brasileiras. E mais: compromete sua saúde – auditiva, neurológica e mental. A perda auditiva induzida por ruído – PAIR- é lenta e progressiva, (demora em média de 10 a 15 anos), mas quando acontece, não tem como ser revertida.

Em São Paulo, 60%  dos usuários do MyFunCity avaliam o som com o qual convivem em seu dia a dia como péssimo  ou ruim. E apenas 3% consideram-no ótimo. O resto do Brasil segue tendência parecida e 50% dos internautas registram insatisfação. As opiniões e números – registrados entre os dias 1º e11 de abril -  apontam tendência confirmada por meio do estudo Índice de Bem Estar Brasil (WBB- Well Being Brasil) – feito pelo MyFunCity em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV)  e divulgado em janeiro desse ano. De acordo com o WBB,  o ruído está entre os aspectos que mais interferem de forma negativa na vida do paulistano.   Continue lendo

Quem espera nem sempre alcança

ônibus

Intervalo irregular entre os ônibus atrapalha a vida do paulistano

Por Beth Caló e Paulo Roberto Scalabrin

Acordar mais cedo do que deveria e ainda correr o risco de chegar atrasado ao trabalho é de lascar. Mas, verdade seja dita, na cidade de São Paulo, muitas vezes é assim: quem espera nem sempre alcança. Nem sempre alcança o ônibus que deveria chegar às 6h30 e não chega às 6h40, 6h50…

Os paulistanos já viveram tempos piores, não há dúvida – sem corredor de ônibus e com a chamada “máfia dos transportes”, o problema era gravíssimo em 2000, 2001, quando a então prefeita, Marta Suplicy, encontrou uma cidade destroçada – pelas gestões Paulo Maluf/ Celso Pitta – e teve de enfrentar a tal máfia com muita determinação e colete à prova de balas. Continue lendo